Força-tarefa vai vistoriar áreas com maior infestação do aedes

A partir da próxima terça-feira, 29, mais de 30 agentes comunitários de saúde e de combate a endemias estarão mobilizados em uma força-tarefa para vistoriar 100% dos imóveis da região da UBSF Alves Pereira. A área da unidade apresentou o maior índice de infestação para o mosquito Aedes aegypti,conforme o último LiRaa divulgado esta semana pela Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV). O objetivo é reduzir os índices de infestação e consequentemente os casos das doenças transmitidas pelo mosquito.

Nesta semana os servidores que estarão envolvidos neste trabalho passaram por uma capacitação conduzida pela de Educação em Saúde e gerentes técnicos da coordenadoria para definir o plano de trabalho e ações integradas, além de receberem orientações para aumentar a efetividade do rastreamento e eliminação dos depósitos e potenciais criadouros do mosquito.

Segundo a supervisora técnica do CCEV, Josiane Abregos, a ação irá abranger 5.078 imóveis dos bairros  Colibri, Alves Pereira, Naschiville, Vila Antunes e adjacentes. O trabalho deve se estender durante toda a semana e os agentes serão divididos em equipes que irão percorrer as áreas divididas por quarteirão.

“O objetivo é visitar casa por casa e, além de orientar o morador sobre a necessidade dos cuidados para evitar a proliferação do mosquito, será feito o tratamento e remoção dos grandes depósitos e materiais inservíveis, além da identificação e eliminação de focos”, diz.

Os imóveis que eventualmente estiverem fechados com ausência momentânea do morador deverão ser visitados em um segundo momento em data ainda a ser definida.

Estratégia

A área da UBSF Alves Pereira foi escolhida para receber esse trabalha pois é a considerada mais crítica de infestação com 7.3%, segundo o LiRaa. Em seguida aparecem as áreas da UBS Universitário (6.3%), UBSF Vida Nova (6.1%); Cruzeiro/Autonomista (6%), UBS Dona Neta (5.6%), UBSF Cidade Morena (5%), UBS Jockey Clube (4.5%) e Centro Amambai (4.5%).

Dados epidemiológicos

De  acordo com os dados epidemiológicos divulgados pela coordenação até o momento foram notificados 451 casos de dengue, seis de chikungunya e de zika. Em janeiro do ano passado (2018) foram notificados 374 casos de dengue, 27 de chikungunya e 22 de zika.

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