Inovar Cosméticos e Caixa Econômica Federal são autuadas pelo Procon

Divergência de preços e desrespeito à Lei da Fila foram constatados pela fiscalização

Uma agência bancária e uma loja de cosméticos, ambas localizadas na Avenida Afonso Pena, em Campo Grande,  foram autuadas pelo Procon Estadual. Os alvos foram a Inovar Cosméticos e a agência da Caixa Econômica, a primeira por divergência de preços e a segunda por conta do descumprimento da lei da fila. As ações foram desencadeadas após denúncias de consumidores.

Na Inovar Cosméticos, no Shopping Campo Grande, a fiscalização constatou que diversos produtos apresentavam preço divergente entre  as gôndolas e o cobrado nos caixas. Entre os itens estavam o protetor solar, com valor de R$ 48,90 na gôndola e vendido por R$ 55,99.

Folhas depilatórias na gôndola estavam a R$ 16,15 mas era cobrado R$ 18,85 no caixa. Kit shampoo e condicionador ofertados por R$ 14,90 eram vendidos por R$ 18,40. Já bomba com shampoo e condicionador exposto a R$ 14,90 era cobrado a R$ 17,40 no caixa. O estabelecimento oferecia também produtos para tratamento de choque por R$ 35,90. Mas quando o consumidor se dirigia ao caixa, o valor a ser pago era de R$ 42,95.

CEF

Irregularidades recorrentes voltaram a ser identificadas no atendimento ao consumidor na agência da Caixa Econômica Federal localizada na avenida Afonso Pena, 4.909, esquina com a Via Park, em Campo Grande, com demora excessiva no atendimentos aos clientes.

Consumidores denunciaram o problema ao Procon Estadual, que  mobilizou equipe para verificar a situação. No local ficou constatado que mesmo em dia de movimento considerado fraco, clientes foram obrigados a esperar por tempo superior ao que é classificado como razoável tanto pela legislação estadual como pela municipal, o que configura infração às boas relações consumeristas.

A transgressão levou a fiscalização do Procon Estadual a mais uma vez expedir auto de infração que poderá resultar em multa para o banco.

Além disso, como tem ocorrido a cada visita da fiscalização, foram constatadas outros problemas. Um deles é a expedição de comprovantes de atendimento em papel termossensível, proibido pela legislação, e também a existência de placas de identificação de atendimento preferencial fora dos padrões exigidos pela lei.

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