Caso Marielle: Bombeiro preso tem renda incompatível com padrão de vida

O cabo do Corpo de Bombeiros Maxwell Simões Corrêa, o Suel, preso nesta quarta-feira por suspeita de envolvimento nas mortes de Marielle Franco e Anderson Gomes, tem um padrão de vida incompatível com sua renda. Ele recebe cerca de R$ 6 mil brutos e, para os investigadores, essa quantia não é suficiente para manter a maneira como vive atualmente.

Na casa de Suel, um triplex, os agentes encontraram pequena lancha que estava estacionada na garagem. Já no lado de fora do imóvel os investigadores apreenderam uma BMW-X6 pertencente ao agente. Segundo os investigadores, o carro está avaliado em R$ 172 mil.

Submersus II é o nome da operação desta quarta-feira. Acredita-se que uma submetralhadora HK-MP5, que teria sido usada na execução da parlamentar, tenha sido jogada no mar da Barra da Tijuca, próximo às Ilhas Tijucas.

Delegado espera solucionar caso este ano

Antônio Ricardo Lima Nunes, delegado-titular do Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP), afirmou que espera prender ainda em 2020 os mandantes do assassinato da vereadora e de seu motorista.

“Ao longo dessa investigação já prendemos mais de 65 pessoas, apreendemos dezenas de armas e já existem diversas investigações que se desdobraram. Acreditamos que iremos solicitar esse caso ainda neste ano”, destacou o policial.

A coordenadora do Gaeco, Simone Sibílio, comandou a busca e apreensão no alvo principal: a casa de Corrêa. Participam da ação as corregedorias das polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros. Agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) fazem parte da ação com dois blindados.

Maxuel Simões, bombeiro Militar preso hoje (Foto: Divulgação PC)

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